Integrado na tipologia de operação do PESSOAS 2030 “Estruturas de Atendimento, Acompanhamento e Apoio Especializado a Vítimas de Violência Doméstica e Violência de Género”, este projeto evidencia a importância de uma primeira linha de apoio especializada, capaz de quebrar barreiras, combater o isolamento e devolver às vítimas a capacidade de decisão sobre as suas próprias vidas. A violência doméstica é um crime público. Exige rapidez, articulação e uma resposta eficaz. No novo episódio da série Novas Caras Portuguesas, o Programa PESSOAS 2030 dá a conhecer a Rede Violência Zero, promovida pela Coolabora, uma cooperativa de intervenção social que, desde 2010, trabalha de forma concertada com múltiplas entidades para apoiar vítimas de violência doméstica e de género.
Ao longo do vídeo, percebemos que não existe “uma vítima tipo”. Existem histórias distintas, contextos diversos, menores envolvidos, situações de crise e processos longos de reconstrução emocional. Percebemos também que nenhuma resposta é possível sem o envolvimento de diversas entidades ou serviços: forças de segurança, serviços de saúde, autarquias, ação social, escolas e entidades da sociedade civil trabalham diariamente em conjunto para garantir proteção, encaminhamento e apoio social, assegurando a Coolabora o acompanhamento psicológico especializado e o apoio emocional necessário a cada pessoa ao longo do seu processo de recuperação.
Através do apoio do Fundo Social Europeu Mais e do Estado português, no âmbito do PESSOAS 2030, foi possível ampliar a intervenção no acompanhamento de pessoas adultas e também junto de crianças e jovens, bem como reforçar o trabalho preventivo na comunidade. O impacto é visível: há mais denúncias feitas pelas próprias vítimas, mais consciência coletiva e maior mobilização social.
Este vídeo é um testemunho do que acontece quando uma comunidade decide não banalizar a violência doméstica e de género e assume que este não é um problema individual, mas coletivo.
🎥 Assista ao novo episódio de Novas Caras Portuguesas e conheça o trabalho da Rede Violência Zero. Porque quebrar o silêncio pode ser o primeiro passo para recomeçar.
