No novo vídeo, o PESSOAS 2030 dá a conhecer o percurso de Catarina Viana, investigadora que desenvolve o seu doutoramento em contexto não académico, uma das vertentes apoiadas pelos fundos europeus no domínio da Formação Avançada, numa experiência que alia a produção de conhecimento científico à sua aplicação prática em ambiente empresarial.
Catarina partilha o seu percurso académico e profissional, explicando de que forma a bolsa de doutoramento que lhe foi atribuída, com o financiamento do Fundo Social Europeu Mais (FSE+) e Estado português, lhe permite desenvolver investigação na sua área de estudo. O seu trabalho de investigação está centrado no potencial das algas para aplicações inovadoras e sustentáveis, explorando novas formas de valorização destes recursos naturais. O testemunho de Catarina evidencia o potencial deste modelo de formação avançada para criar pontes entre o sistema científico e tecnológico nacional e o tecido produtivo, com impacto direto na competitividade das organizações e no desenvolvimento económico.
No âmbito do PESSOAS 2030, têm vindo a ser apoiadas bolsas de doutoramento destinadas à formação avançada, em ambiente académico e não académico. Até 31 de dezembro de 2026, o PESSOAS 2030 apoiou 5.153 bolsas de doutoramento, incluindo 973 em ambiente não académico. O montante total elegível aprovado, até 30 de abril de 2026, é de 282 milhões de euros, dos quais 240 milhões são investimento FSE+. Este investimento promove projetos de investigação desenvolvidos em universidades, centros de investigação, empresas, laboratórios colaborativos e outras entidades do sistema científico e tecnológico nacional. Visam estimular a produção de conhecimento, a transferência de tecnologia e a aproximação entre a investigação e os desafios económicos e sociais, reforçando a qualificação avançada da população e a competitividade do país.
As bolsas de doutoramento em contexto não académico assumem uma relevância crescente, uma vez que reforçam a transferência de conhecimento para o tecido económico, aproximando a investigação das necessidades reais da economia e da sociedade. Este modelo permite às pessoas doutorandas desenvolver investigação de excelência enquanto colaboram diretamente com empresas e outras entidades empregadoras que enfrentam desafios concretos, incluindo no contexto da Administração Pública. Permite ainda acelerar a inovação, aumentar a capacidade de absorção de conhecimento pelo tecido económico e criar oportunidades de carreira mais diversificadas para quem segue percursos de investigação.
A história de Catarina, tal como as de tantas outras pessoas que a série “Novas Caras Portuguesas” tem dado a conhecer, mostra que os fundos europeus são muito mais do que números ou investimentos. São oportunidades que ajudam a abrir caminhos, a melhorar positivamente a vida das pessoas e, por essa via, promovendo o desenvolvimento sustentável e coeso do país, ao concentrar os apoios dos fundos europeus nas nossas regiões menos desenvolvidas. O vídeo está disponível no website e nas redes sociais do PESSOAS 2030, integrando o conjunto de testemunhos que dão rosto aos resultados alcançados nas áreas das qualificações, do emprego e da inclusão social.
